DEFESA DA FE.


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Futebol comandado pela maçonaria - Oscar de Godoy



Futebol comandado pela maçonaria - Oscar de Godoy

 Godoy -- ex árbrito de futebol afirma que MAÇONARIA controla juízes de futebol Olha aí o que sempre dizíamos e não tínhamos como afirmar. Todos estes resultados de TODOS os esportes são manipulados pela MAÇONARIA, para atingir os seus objetivos de tirar proveito em tudo. Esta entidade é SATÂNICA e não poderia deixar de ser uma entidade MÃE DA MENTIRA, pois SATANÁS É O PAI. Parabéns OSCAR ROBERTO DE GODOY. O Brasil precisa de homens sábios e SINCEROS como você. Lembram da final Brasil x França com a mentira da doença do palhaço Ronaldinho? Será que o ZAGALO é maçom? Pesquisem um pouquinho e logo descobrirás. NÓS SABEMOS DAS MENTIRAS QUE ROLAM DENTRO DOS TEMPLOS DE "PASTORES" MAÇONS ONDE DEUS NÃO HABITA. O Brasil está acordando contra esta MÁFIA que assalta os bens públicos e os transferem para seus INESCRUPULOSOS membros. Ex: Levam à falência hospitais, escolas, rodovias e empresaspúblicas e depois PRIVATIZAM (roubam dos pobres para os banqueiros) e nós temos que pagar pedágio para ter acesso aquilo que um dia foi nosso. Até o futebol um dia foi do povo. deus um dia tb foi do povo, agora é só da maçonaria, ela pode extorquir as religiões. Assim também controla o TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS. Está escrito: João 8: 32 CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ. MAÇONARIA É SATANISMO. SATANÁS É O PAI DA MENTIRA. Agora está tudo claro. Mais informações www.simceros.org www.simceros.ning.com SINCEROS = SEM CERA = SEM MÁSCARA Dr José Renato Pedroza Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a APOSTASIA, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, II Tessalonicenses 2: 3 MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos APOSTATARÃO ALGUNS DA FÉ, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; I Timóteo 4: 1 SABEDORIA Pastor que não fala sobre SOCIEDADES SECRETAS, sai fora deles urgentemente. Você está sob domínio de DOUTRINAS DE DEMÔNIOS, O HOMEM DO PECADO, O FILHO DA PERDIÇÃO
Fonte : www.simceros.com.b
@Antony_Carlos (twitter)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ex-juiz acusa maçonaria de controlar a justiça




sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria. Além de controlar as decisões dos processos - incluindo os casos da Universidade Moderna, Portucale, Casa Pia, Apito Dourado e Isaltino Morais -, controla igualmente a carreira dos juízes e dos magistrados do Ministério Público e dos altos funcionários do Estado", diz José da Costa Pimenta, em carta para a actual ministra e os principais protagonistas do sector.

As acusações vão surgir em livro. Eis os vários processos:

CTT: (Citações do Ministério Público) Em escutas telefónicas, um indivíduo faz alusões à sua condição de maçom para obter informações do caso da venda de prédios

Moderna: (Citações do Ministério Público) Uma conspiração maçónica, com a Moderna como ponto de reunião, para tomar conta das estruturas do poder em Portugal, é revelada num documento de Nandim de Carvalho.

Portucale: (Citações de Abel Pinheiro) Nos governos de Guterres, o GOL era conhecido por o "gabinete", dado o número de socialistas por metro quadrado. (...) É uma rede de relações humanas única.

fonte: DN

Símbolos maçons supostamente aparecem na abertura do programa CQC




Símbolos na vinheta de abertura da atração da Band levantam questionamentos sobre possíveis mensagens subliminares.
A vinheta de abertura do programa CQC, da Band, está chamando atenção pela quantidade de mensagens subliminares que trazem símbolos da maçonaria.
Nos 30 segundos do vídeo é possível notar claramente o símbolo de um triângulo com um olho que seria o símbolo do ”Olho que Tudo Vê”, esse símbolo é interpretado como a representação do olho de Deus observando a humanidade na Maçonaria, ele representa um lembrete de que sempre são observados pelo “Grande Arquiteto do Universo”.
Também é possível observar alusões às catástrofes, com imagens de explosões, tempestades e destruição, além de um delta luminoso, um cenário em forma de templo, colunas e um Pavimento de Mosaico.
As imagens da vinheta do programa levantam questões bastante discutidas nos sites sobre a Nova Ordem Mundial e a influência dos Iluminatis na mídia.
No site Os Paparazzi, um dos primeiros a notar os símbolos do programa, um funcionário da equipe do CQC respondeu dizendo que as imagens não passam de uma brincadeira e que não tem símbolos maçons.
“As vinhetas e abertura do programa são inspiradas no trabalho de um diretor de vídeo clipes! É tudo uma questão de estética. Garanto a vocês que nenhuma pessoa da equipe de criação da produtora, aqui e na Argentina tem a ver com a Maçonaria ou os Iluminatis”, assinou Marcos de Assis que diz que a maioria das pessoas que trabalham na atração é “descrente de religião”.
Fonte: Gospel Prime

MAÇONARIA E FÉ CRISTÃ


por
J. Scott Horrell
A maçonaria constitui um enigma para o povo evangélico. Sendo a maior sociedade secreta do mundo, com cerca de seis milhões de membros atualmente, a maçonaria tem uma longa história entrelaçada com o protestantismo – especialmente na Grã-Bretanha, na Europa, nos Estados Unidos (com 4 milhões de membros) e no Brasil [1]. Ao mesmo tempo, a fraternidade orgulha-se de contar com membros das elites do mundo, seja no passado [2] ou no presente: desde Voltaire, Mozart, Garibaldi e Goethe, até vários nobres da Europa - incluindo o rei da Suécia e a Rainha Elizabete II (Grande Patronesa da Loja Britânica) - além de catorze presidentes dos Estados Unidos (Johnson, Ford, Reagan etc.). George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos, era um Grão-Mestre maçom, sendo considerado um dos adeptos mais fiéis de todas as treze colônias de sua época. Não é por acaso que a cédula do dólar americano, que tem o retrato de Washington, traz a pirâmide, o esquadro, a águia e outros símbolos maçônicos junto com as palavrasNOVUS ORDO SECLORUM (sic., "nova ordem dos séculos") [3]. O fato de que milhares de pastores e leigos evangélicos ao redor do mundo fazem parte das lojas maçônicas, e de que projetos filantrópicos de grande porte são administrados por eles [4] sugere que essa sociedade só oferece o bem, e até promulga valores e ensinos cristãos.
Por outro lado, conforme alguns estudiosos sustentam, a maçonaria, apesar de se autodenominar não-religiosa, divulga uma filosofia essencialmente anti-cristã. Subjacente à irmandade e aos esforços de caridade, existe um programa não manifesto advogando uma religião sincretista, negando a pessoa divina e a obra salvífica de Jesus Cristo, e mantendo elos sinistros com o ocultismo. A maçonaria foi rejeitada como antitética à fé cristã pelos católicos romanos [5] e pelas Igrejas Ortodoxas Oriental e Russa [6]. Mais recentemente, várias denominações protestantes estão reavaliando o envolvimento de seus membros na sociedade maçônica, chegando a conclusões surpreendentes:
A nosso ver, a obediência total a Cristo impede a adesão a qualquer organização, tal como o movimento maçônico, que parece requerer uma fidelidade integral a si mesma... Exige-se do iniciado que ele se entregue à maçonaria assim como o cristão deve entregar-se somente a Cristo. (A Igreja da Escócia, 1965) [7]
[Este] relatório indica várias razões fundamentais para se questionar a compatibilidade da maçonaria com o cristianismo. (A Igreja da Inglaterra, 1985) [8]
Mesmo na interpretação mais generosa das evidências, permanecem sérias questões para os cristãos acerca da maçonaria... Existe um grande perigo de o cristão que se torna maçom acabar comprometendo sua fé cristã ou sua fidelidade a Cristo, talvez sem perceber o que está fazendo. Conseqüentemente, nossa orientação ao povo metodista é que os metodistas não devem se tornar maçons. (A Igreja Metodista Britânica, 1985) [9]
Sentimos que existe um grande perigo de que o cristão maçom acabe comprometendo sua fidelidade a Jesus, talvez sem perceber o que está fazendo... a conclusão evidente a que chegamos em nossa pesquisa é que há uma incompatibilidade inerente entre a maçonaria e a fé cristã. (As Uniões Batistas da Escócia, Grã-Bretanha e Irlanda, 1987) [10]
Enquanto várias denominações da América do Norte já renunciaram a maçonaria [11] a maior igreja evangélica dos Estados Unidos, a Convenção Batista do Sul - que possui um alto índice de membros maçônicos – está em processo de pesquisa sobre essa questão, e sabe-se que teme que os resultados possam dividir a denominação. Fundadas ou não, tais preocupações das denominações tradicionais devem alertar o cristão, inclusive o cristão maçom, para o fato de que talvez existam elementos básicos da loja maçônica que são questionáveis. A maçonaria, portanto, levanta tensões e perguntas que nem sempre se resolvem facilmente.
No Congresso Maçônico Internacional de 1899, afirmou-se que a fraternidade assumiu o lugar central emtodos os movimentos revolucionários do mundo no século XIX [12], inclusive no Brasil. Na maior parte da América Latina, conforme se vê nas histórias de Simon Bolívar, Carlos Alvear, San Martin e Francisco Miranda, a maçonaria e as sociedades semi-maçônicas forneciam as estruturas clandestinas para planejar e financiar as lutas revolucionárias pela independência.[13] Na história brasileira, apesar de ambigüidades sobre quando a verdadeira maçonaria começou, por volta de 1800 havia várias organizações com inspiração maçônica - como as Inconfidências Mineira, Carioca e Baiana - as quais contribuíram grandemente para a autonomia nacional. Mais tarde, com o domínio da maçonaria inglesa (ou MaçonariaAzul, advogando o monarquismo parlamentar) sobre a francesa (ou Maçonaria Vermelha, defendendo a democracia),[14] o próprio Imperador D. Pedro I foi iniciado e, logo, proclamado o Grão-Mestre da loja Grande Oriente do Brasil, em 1822. [15] Conforme o historiador maçônico Manoel Gomes (33°), tanto a libertação do Brasil do domínio português quanto a passagem da monarquia para a república "foram movimentos idealizados, preparados e tornados realidade" pelas lojas da maçonaria.[16] Entre seus membros ilustres, ele inclui Tiradentes, Castro Alves, Rui Barbosa, Marechal Deodoro da Fonseca, Marechal Floriano Peixoto, Duque de Caxias, Campos Sales e Padre Diogo Feijó. É interessante notar que, apesar da proibição papal, vários padres, bispos e cônegos faziam parte da maçonaria brasileira antiga, aparentemente como veículo de suas convicções políticas.[17]
O elo evangélico aparece mais tarde. Com sua filosofia de religião aberta (sendo, conforme certos estudiosos, anti-católica), a maçonaria brasileira facilitou, em alguns casos, a entrada de missionários evangélicos no país. Às vezes, a loja maçônica até os protegia da oposição da Igreja Católica.[18] Outras vezes, pelo menos no nível individual, a fraternidade maçônica ajudou a financiar a construção dos templos evangélicos. Por estas e outras razões, a maçonaria goza de alta aceitação em meio a certas denominações protestantes do Brasil, contando até com defensores entre os pastores nacionais.[19] O testemunho sincero do Pr. José Motta reflete uma experiência que não é incomum. Sendo convidado para requerer seu ingresso na maçonaria, o jovem pastor batista foi visitado por um respeitado advogado cristão:
... ele foi me dizendo que também era maçom e que muito se orgulhava de sê-Ia, pois não via inconveniência para nós, crentes em Jesus; pelo contrário, as coisas se tornam mais fáceis para a penetração na sociedade como maçons e a nossa influência como crentes se torna mais acentuada e respeitada... [No dia em que o PI. Motta, com 23 anos, declarou que queria entrar para a maçonaria:] Vi-me cercado por homens da alta sociedade, dentre eles médicos, generais de Exército, aposentados, professores, advogados e outros... Foram momentos agradáveis.
... Agora eu sou maçom. Inicia-se, assim, uma nova etapa na minha vida. Dediquei-me aos trabalhos. Fazia algumas palestras e nessas fazia menção da Bíblia... Louvado seja Deus! A nossa casa era o centro dos encontros. Visitas não faltavam. Famílias e maçons e outros amigos, inclusive de freiras, eram as constantes visitas. Na Loja, pela dedicação na área de assistência social e na educação de adultos, fui galgando os degraus... Sentia-me útil e sabia que, em tudo isso, Deus estava me projetando para o futuro, preparando-me para a Sua Obra.[20]
Tipicamente, os argumentos de maçons evangélicos são que a maçonaria: (1) é uma fraternidade benemérita e não-religiosa; (2) gera respeito para a presença evangélica entre pessoas de alto gabarito; e (3) abre caminho para servir a Deus na sociedade em geral.
Nem todos os evangélicos no Brasil manifestam o mesmo entusiasmo. Algumas denominações são explícita ou implicitamente anti-maçônicas. Em 1903, a Igreja Presbiteriana Independente formou-se sob a liderança de Eduardo Carlos Pereira, separando-se da Igreja Presbiteriana Sinodal (Presbiteriana do Brasil) principalmente devido à questão da loja. A Igreja Luterana Concórdia também se destaca por ser contra a maçonaria. De modo menos agressivo, a Igreja Batista Pioneira continua distinguindo-se' dentro da Convenção Batista Brasileira, em parte devido a essa causa. Com poucas exceções, as denominações teologicamente mais conservadoras fundamentalistas, holiness (Metodista Livre e Wesleyana) e pentecostais (Assembléia de Deus; Igreja Quadrangular, com exceções) - posicionam-se contra a maçonaria, enquanto as igreja evangélicas tradicionais permitem que seus membros afiliem-se às lojas.[21]
Hoje, apesar de ter uma história marcada pela fragmentação, o conjunto das ordens maçônicas do Brasil é uma das grandes potências mundiais da sociedade, consistindo na maior dos países latinos (europeus e americanos), com cerca de 150.000 membros.[22] O novo Palácio Maçônico de Brasília do Grande Oriente do Brasil - a ordem maçônica mais numerosa do país, possuindo por volta de 100.000 membros - foi inaugurado em dezembro de 1992. A cerimônia foi assistida por um grupo de maçons que incluía 120 parlamentares federais e Maurício Corrêa (Ministro da Justiça), o qual, por sua vez, representou o Presidente da República Itamar Franco (Fernando Collor também é maçom).[23] No ano 2000, a Conferência Internacional dos Grandes Soberanos Comendadores acontecerá no Brasil e, conforme a entrevista de AnoZero com Venâncio Igrejas, o Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho do Grau 33, "muitos acreditam que o Brasil será um dos países que sediará o advento de uma nova Consciência no século XXI".[24] Através das Ordens DeMolay e Arco-Íris, dedicadas aos jovens, a influência da maçonaria no Brasil, ao contrário de em outras partes do mundo, parece cada vez mais forte.
Certamente, a presença maçônica está deixando sua marca nas igrejas evangélicas do país. O poder dos maçons na organização de certas denominações é tão marcante que, às vezes, na expressão frustrada de um líder nacional, "parece que há uma hierarquia [maçônica] por trás da hierarquia [denominacional]". Fundados ou não, existem boatos entre jovens pastores de que, sem ser maçom, não se consegue subir nas estruturas eclesiásticas. Portanto, a questão da maçonaria na igreja evangélica é importante e urgente, acarretando conseqüências para o futuro que nem todos querem reconhecer - posicionando-se seja a favor ou contra.
Esta prolongada introdução leva-nos ao propósito do artigo: analisar a compatibilidade entre a filosofia maçônica e as afirmações centrais da fé evangélica. Não procuraremos julgar a irmandade maçônica em si, nem negar que há indivíduos nas lojas os quais desconhecem ou discordam dos ensinos em geral proferidos dentro das ordens. Responderemos às seguintes perguntas:
1. É possível ter um conhecimento definido sobre a filosofia maçônica?
2. A maçonaria é uma religião?
3. Qual é o lugar que a Bíblia ocupa?
4. Quem é o Deus da maçonaria?
5. Qual é o lugar de Jesus Cristo?
6. Como alguém é salvo?
7. Existem vínculos entre a maçonaria e as religiões ocultas? Na conclusão, faremos observações sobre o relacionamento entre o evangelismo e a maçonaria no Brasil.

1. É Possível Ter um Conhecimento Definido Sobre a Filosofia Maçônica?
Basicamente, os maçons apresentam três alegações defendendo sua posição de que o não-maçom não sabe seus ensinos. Em primeiro lugar, como a confraria é uma sociedade secreta histórica e geograficamente variada em suas formas, o não-maçom simplesmente não tem acesso ao conhecimento claro de seus rituais, símbolos e ensinos. Em segundo lugar, existe uma grande quantidade de livros que se projetam como representantes da verdadeira maçonaria, quando, de fato, em geral não são aceitos pelas lojas, ofuscando assim qualquer imagem distinta pelo público. Finalmente, de acordo com o escritor maçom Alphonse Cerza, não existe uma autoridade final na maçonaria: "Os anti-maçons têm dificuldades em entender que a maçonaria não possui uma 'voz oficial', e que a liberdade de pensamento e expressão é um dos princípios essenciais da Ordem". [25]
Admitindo que a maçonaria não exalta um livro ou líder como autoridade absoluta e universal, ainda assim ninguém negaria que as ordens e lojas reconhecem autoridades - o que é comprovado pelo fato de que 90% da maçonaria mundial pertence ao Rito Escocês Antigo e Aceito, com seus Supremos Conselhos do 33° Grau. Na verdade, existem várias autoridades: (1) os Landmarks (25 fundamentos absolutos);[26] (2) a Constituição e os regulamentos gerais das ordens, determinados pelos Supremos Conselhos; (3) o Ritual em si - especialmente o da Loja Azul (os três passos básicos de todos os Mestres-Maçons de qualquer rito ou ordem);[27] (4) o Supremo Grande Comendador da Ordem e o Grão-Mestre da loja; e (5) um fato patentemente comprovado mediante extensas pesquisas, há livros reconhecidos e usados no mundo inteiro. Por ordem de preferência nos Estados Unidos, as três obras mais empregadas são: Coil's Masonic Encyclopedia (Enciclopédia Maçônica de Coil"); The Builders ("Os Construtores"), de Joseph Fort Newton; e Mackey's Revised Encyclopedia of Freemasonry ("Enciclopédia Revisada de Maçonaria de Mackey").[28]
No Brasil, é surpreendente o número de bibliotecas e livrarias (de volumes novos e usados) - especialmente espíritas - que estão repletas de literatura maçônica, incluindo as obras "secretas" da Editora Maçônica. Encontram-se acessíveis ao pesquisador não-maçom dezenas de livros escritos por autoridades maçônicas brasileiras, tais como Jorge Adoum (o Mago Jefa), Nicola Aslan (33°), Joaquim Gervásio de Figueiredo (33°), Manoel Gomes (33°), Rizzardo da Camino (33°) e Zilmar de Paula Barros (33°) - além de muitos outros autores traduzidos em língua portuguesa.[29] Embora os maçons neguem a autoridade absoluta de qualquer um desses indivíduos, não se pode deixar de admitir que a maior parte de seus escritos é representativa da prática e do ensino da maçonaria brasileira (reconhecendo algumas diferenças entre as ordens). Com os documentários e as obras públicas sobre a sociedade, além dos vários livros evangélicos de ex-líderes maçônicos que asseveram expor os segredos da sociedade, existem boas bases para a pesquisa.[30] Tudo isso refuta o argumento de que somente os maçons possuem acesso à sua filosofia.

2. A Maçonaria É uma Religião?
Uma das imagens mais divulgadas pela Loja é a de que a maçonaria não possui dogmas ou credos, sendo que apóia toda religião civil e deixa o indivíduo maçom livre para ter suas próprias convicções de fé. Nas palavras de Venâncio Igrejas, a voz mais autorizada do Brasil: "Nos templos não discutimos política e religião".[31] A Ordem rejeita categoricamente o ateísmo e diz que apóia a religião da cultura dentro da qual funciona, pretendendo apenas o melhoramento do caráter e da moral de seus membros. Sobre essa diversidade religiosa, Nicola Aslan (33°), em seu Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia, comenta:
A respeito da religião da Maçonaria, as opiniões são muito divididas entre os Maçons e elas dependem, em grande parte, das tendências religiosas e filosóficas que norteiam as obediências e os ritos maçônicos.
Assim, a Maçonaria anglo-saxônica, em grande parte protestante, é considerada profundamente religiosa e teísta, como o Rito de York... Julga-se geralmente a Maçonaria francesa como racionalista, porque, através do Rito Moderno, permite a iniciação a pessoas sem crença definida, considerando que as opiniões religiosas são questões de foro íntimo, enquanto o Rito Escocês Antigo e Aceito, embora exija a crença em Deus do candidato, é denominado deísta...32
Aslan está parcialmente correto. A religiosidade da loja local depende de vários fatores. Muitas vezes, especialmente nos graus mais baixos, a religião aparece apenas como um elemento periférico da função da loja. Outras vezes, a ênfase teológica (implícita ou explícita) pode variar desde o panteísmo e o ocultismo até um teísmo ecumênico e semi-cristão - por exemplo, no sul dos Estados Unidos. Com certa freqüência, os anti-maçons ignoram a diversidade dos ritos e formas práticas das lojas nesse sentido.
Por outro lado, a palavra religião tem uma definição geral que os defensores da maçonaria não podem ignorar. Na obra The Encyclopedia of Philosophy ("Enciclopédia de Filosofia"), encontramos a descrição de nove marcas da religião: (1) a crença num ser ou seres sobrenaturais; (2) a distinção entre objetos sagrados e profanos; (3) atos rituais orientados para esses objetos; (4) um código moral com sanção divina; (5) sentimentos religiosos despertados por objetos ou rituais sagrados e relacionados, em teoria, com um deus ou deuses; (6) a oração; (7) uma cosmovisão que engloba o lugar do indivíduo no mundo; (8) a organização da vida ao redor dessa cosmovisão; (9) um grupo social que é unificado pelas características acima.[33] Conforme Ankerberg e Weldon claramente documentam, a maçonaria caracteriza-se por cada uma dessas qualificações.[34] Por isso, a grande maioria dos líderes admite que a maçonaria é, na verdade, uma religião:
A maçonaria pode afirmar corretamente chamar-se uma instituição religiosa... Veja seus antigos landmarks, suas cerimônias sublimes, seus profundos símbolos e alegorias - todos inculcando uma doutrina religiosa, ordenando uma observância religiosa e a verdade religiosa, e quem pode negar que ela é eminentemente uma instituição religiosa?.. Abrimos e fechamos nossas lojas com uma oração; invocamos a bênção do Altíssimo sobre todos nossos trabalhos; exigimos de nossos neófitos uma profissão de fé confiante na existência e no cuidado providencial de Deus. (Mackey) [35]
Rizzardo da Camino, no Dicionário Maçônico, declara abertamente: "A Maçonaria é uma Religião, no sentido estrito do vocábulo, isto é, na 'Harmonização' da criatura ao Criador. É a Religião [sic.] Maior e Universal".[36] Joaquim Gervásio de Figueiredo, no Dicionário de Maçonaria, define a irmandade da seguinte maneira:
Maçonaria: "É um sistema sacramental que, como todo sacramento, tem um aspecto externo, visível, consistente em seu cerimonial, doutrinas e símbolos, e outro aspecto interno, mental e espiritual, oculto sob as cerimônias, doutrinas e símbolos, e acessível só ao maçom que haja aprendido a usar sua imaginação espiritual e seja capaz de apreciar a realidade velada pelo símbolo externo". [37]
Existem dezenas de declarações paralelas.[38] Conquanto haja divergências (uma face pública, outra interna), grande parte da literatura maçônica sem dúvida no Brasil - sustenta abertamente a natureza religiosa da fraternidade. No Brasil, o fato de se descobrirem, em livrarias e bibliotecas, obras sobre a maçonaria junto com livros acerca de esoterismo, ocultismo e religião comprova o consenso público nessa questão. De fato, em quase todos seus escritos, a maçonaria apresenta-se como a essência da religião.[39]

3. Qual é o Lugar Que a Bíblia Ocupa na Maçonaria?
Às vezes, os cristãos maçons destacam que a maçonaria especulativa foi iniciada por dois pastores e, assim, é essencialmente cristã em seus fundamentos. Pelo menos, não contradiz nada do que o cristianismo promulga. Na revista maçônica New Age, Winston Watts (32°) expõe a procura da verdade, afirmando que, "na maior parte, nossa busca está centrada na Bíblia Sagrada, a fonte principal de nosso conhecimento".[40] Em virtualmente todos os dicionários maçônicos, a Bíblia - "o Livro da Lei"é exaltada como "um dos grandes Luzeiros da Maçonaria",[41] um elemento importantíssimo dos móveis da loja ocidental, sobre o qual todo cristão iniciado faz seu juramento. Em parte, é com base em certas figuras bíblicas - por exemplo, São João Batista, São João Evangelista, João Marcos e o artífice Hirãm-Abitt (ou Hirão Abi, 1 Rs 7.13-14; 2 Cr 2.13-14) - que a maçonaria desenvolveu suas mitologias e rituais.
Em toda a literatura maçônica (Ritos York e Escocês), entretanto, dificilmente se descobre qualquer afirmação acerca da única inspiração verbal ou da autoridade soberana das Escrituras. Sem exceção, os autores fazem questão de insistir que a Bíblia é apenas um livro sagrado, usado como metáfora da vontade divina e da lei natural. Na Coils Masonic Encyclopedia, a obra mais autorizada nos Estados Unidos, lemos: "A opinião maçônica prevalecente é de que a Bíblia constitui apenas um símbolo da vontade, lei ou revelação divina, e não que seu conteúdo é lei divina, inspirada ou revelada".[42]
Naturalmente, sendo um símbolo, a Bíblia precisa de interpretação. Zilmar de Paula Barros, em A Maçonaria e O Livro Sagrado, declara que, "com a morte física de Jesus, perdeu-se a PALAVRA. E, entre as múltiplas finalidades. da Maçonaria, está buscar a 'palavra perdida...', ou seja TRAZER A HUMANIDADE A VERDADEIRA INTERPRETAÇAO DA MENSAGEM EVANGÉLICA DE JESUS![43] Martin Wagner, um perito em maçonaria, observa o seguinte: "Todos os maçons eminentes afirmam que existe um véu sobre as Escrituras, o qual, quando removido, as torna claramente concordes com os ensinamentos maçônicos, e em harmonia essencial com outros livros [sagrados]".[44] Logo, a filosofia maçônica constitui o par de óculos através do qual tudo é filtrado.
Apesar da ênfase na Bíblia Sagrada, os livros esotéricos freqüentemente recebem mais atenção. Em suas instruções sobre os três primeiros graus (Loja Azul) no Brasil, Nicola Aslan explica:
A Bíblia e a Cabala fornecem o mais poderoso contingente para o enriquecimento do simbolismo maçônico, e o Ocultismo, abrangendo o conjunto dos sistemas filosóficos e das artes misteriosas derivadas dos conhecimentos dos antigos, deu também abundante contribuição.[45]
Quase sempre, a verdadeira sabedoria (antiga) é descoberta no misterioso e oculto, seguindo o gnosis, a iluminação, a numerologia e, especialmente, a cabala (misticismo judaico).[46] Diante da mistura de religiões sincretistas que predominam na literatura maçônica, a Bíblia fica subjugada a interpretações diversas por meios místicos e alegóricos. Por outro lado, ninguém defende uma interpretação objetiva e histórico-gramatical. A Bíblia é aproveitada por sua ética e como símbolo divino, sem encorajar qualquer interpretação doutrinária de seu conteúdo. De fato, muitas seitas consideradas heréticas são mais fiéis ao significado do texto bíblico do que os escritos maçônicos.

4. Quem É o Deus da Maçonaria?
O Deus maçônico é denominado o Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.) - o Ser Supremo, Criador ou Força Cósmica da existência e preservação. O Landmark 19 proclama: "A negação da crença do G.A.D.U. é impedimento absoluto e insuperável para a iniciação".[47] Propositadamente, a definição é ambígua o bastante para englobar todos os conceitos de Deus sustentados pelas religiões - não apenas as teístas (judaica, cristã e islâmica), mas também as dualistas (taoísta, zoroastriana) e as panteístas (gnóstica, espírita, hindu e budista). Sem dúvida, no início da história da maçonaria especulativa, as pressuposições eram mais teístas, como continuam sendo para os cristãos que se envolvem na loja. Ironicamente, foram os reverendos anglicanos James Anderson e John Desagulliers, elaboradores da primeira Constituições (1723), que abriram a maçonaria para todas as crenças e descristianizaram a linguagem maçônica, procurando uma estrutura teológica mais universal.[48] Entretanto, a nível popular, dentro das culturas "cristãs" - cada vez menos, porém - o Grande Arquiteto do Universo continua a ser cultuado como um Ser soberano, inteligente, moral e, em certo sentido, pessoal. Assim como o antigo liberalismo do século passado, a maçonaria proclama "a paternidade do Pai e a fraternidade ao homem". Semelhantemente, também, a essência da religião define-se mais pela ética do que por qualquer crença em afirmações doutrinárias.[49] Logicamente, tais afirmações já pressupõem uma cosmovisão e uma teologia geral que se encontram expressas em muitos escritos, como no Dicionário de Gervásio de Figueiredo:
Não obstante a imensa diversidade de seus cultos externos, todas as religiões apresentam uma base comum em seus internos princípios morais, filosóficos e místicos. Com efeito, o estudo comparativo das religiões demonstra serem idênticos os seus ensinamentos fundamentais sobre a Divindade, o homem, o universo, a vida futura, porém adaptados à época e ao povo a que se destinaram... Seus imortais fundadores foram todos Mensageiros da Verdade única, que deram à humanidade seu evangelho de União e Fraternidade, para que através do Amor as almas se religuem entre si e ao Supremo. Todos eles foram unânimes em proclamar a Paternidade de Deus e a Fraternidade dos homens. Tal foi, em essência, a mensagem de Vyâsa, Hermes, Trismegisto, Zarathustra, Orfeu, Krishna, Moisés, Pitágoras, Platão, Cristo, Maomet e outros. [50]
O conceito de Deus nos escritos da maçonaria é uma mistura de tudo, de gnosticismo, druidismo, luciferianismo, hinduísmo, taoísmo, zoroastrismo, iluminismo, cristianismo liberal e Nova Era. Mackey declara: "A religião da maçonaria é cosmopolita, universal... 'Esteja certo', diz Godfrey Higgins, 'de que Deus está igualmente presente com o piedoso hindu no templo, o judeu na sinagoga, o muçulmano na mesquita e o cristão na igreja'".[51] Contudo, por trás do pluralismo, existe uma crença fundamental, articulada por Aslan:
...é absolutamente necessário fazer abstração de todo fanatismo como de todo preconceito religioso ou anti-religioso, posto que estas veneráveis tradições são os "ecos" dos velhos dados da antiga ciência dos Iniciadores, tão intimamente ligada, então, às Religiões que é quase impossível separá-las de sua Mãe.[52]
Ou seja, todas as religiões são representações das antigas e primitivas verdades, destiladas no ensino da maçonaria, que é, em última instância, a Mãe de todas as religiões. Deus, o G.A.D.U., é o Deus buscado e manifestado por todas as religiões. Infelizmente, tal representação - popular no romantismo otimista dos séculos XVIII e XIX - ignora um fato muito patente: seu conceito de Deus determina sua ética. É impossível unificar as definições mais variadas de Deus em torno de uma ética fraternalista: o pacifismo social do hindu, a ética vindicativa do muçulmano e o amor autosacrificial ativo do cristão encontram-se diretamente relacionados com contraditórios conceitos de Deus.
Talvez uma das acusações mais fortes contra a loja seja a seguinte: no grau do Real Arco do Rito de York, quando o maçom supostamente encontra a Arca da Aliança perdida nas ruínas do templo salomônico, descobre-se o verdadeiro nome de Deus como sendo JABULOM. Tal nome, segundo o próprio H. W. Coil, é uma associação de lahweh (o Jeová do Antigo Testamento), Ba'al ou Bel (o deus cananita) e Om (Osiris, o deus-sol do Egito)[53] - o que um autor chama de "Não-Santíssima Trindade".[54] Outros observam que, no Rito Escocês, no 17° Grau dos Conselhos de Cavaleiros do Oriente e Ocidente, há também a "palavra sagrada" Abadom; este nome divino na maçonaria é o nome do rei ( ou anjo) do abismo, em Apocalipse 9.11.[55]
Embora a maçonaria encoraje um pluralismo da conceituação de Deus, conforme vários autores afirmam, há cada vez menos lugar para o Deus tripessoal da Bíblia. A idéia do Logos e da Trindade é vista de uma forma gnóstica e alegórica, distante da Confissão de Nicéia, como vemos na exposição do 4º Grau por Jorge Adoum [56]. Embora nem todos o façam, alguns eruditos maçônicos, tais como Albert Pike [57], presunçosamente atacam o cristianismo clássico com os argumentos comuns do século XIX, alegando um politeísmo que formou o judaísmo antigo, a base pagã do trinitarismo, e pregando um deísmo otimista característico daquela época. Num novo documentário, Robert A. Morey, um autor bastante objetivo, declara o seguinte:
Centenas de livros maçônicos que atacam o cristianismo e ensinam abertamente o paganismo são publicados, apoiados e recomendados por altos oficiais, lojas estaduais e conselhos supremos. É-nos dito que isso é adequado, porque a Ordem deve ser universal em seu apelo, e cada maçom pode interpretar a palavra "Deus" e os símbolos da confraria da maneira como quiser.
Entretanto, quando um cristão maçom procura oferecer uma interpretação cristã dos rituais e símbolos da confraria, ele é proibido de assim o fazer!... Para cada escritor maçom que diz que a maçonaria não é uma religião, há cinco escritores maçons afirmando que é uma religião pagã... todos eles concordam que o cristianismo está errado e que seus ensinamentos não devem ser permitidos na loja...
Se a maçonaria continuar na direção em que parece estar indo, então os cristãos maçons devem abandonar a Ordem, porque ela vem se tornando uma religião pagã, ocultista, hostil ao cristianismo.[58]
Concluímos que, embora alguns indivíduos e até certas lojas locais sustentem uma definição da divindade mais próxima do cristianismo histórico, a grande maioria ignora ou rejeita a perspectiva bíblica de Deus. Dificilmente se pode negar que, nas águas turvas do ritual e do símbolo maçônicos, há implicações sinistras sobre o entendimento de Deus para o cristão verdadeiro.

5. Qual É o Lugar de Jesus Cristo?
Diante de um conceito ambíguo e unitariano de Deus, seria correto esperar pouco sobre o Redentor. Ao buscarmos informações acerca de Jesus Cristo nos dicionários e enciclopédias maçônicos - Coil, Mackey, Macoy, Gervásio de Figueiredo, Rizzardo da Camino, Aslan - descobrimos uma ausência quase total de dados a esse respeito. Quando se procuram referências sobre Jesus Cristo, a cruz ou outros ensinos especificamente cristãos nas próprias citações bíblicas dos rituais e cerimônias maçônicos, percebe-se logo que todas foram omitidas - tiradas do meio dos trechos (e. g. At 4.11; 2 Ts 3.6, 12; 1 Pe 2.4-8, onde a pedra angular é o verdadeiro maçom).[59] Embora as reuniões maçônicas incluam a oração, é absolutamente proibido orar no nome de Jesus. Eles até mesmo modificaram o calendário baseado no advento de Cristo, aceito no mundo inteiro, para um sistema irreligioso: "Os maçons, ao fixar datas em seus documentos oficiais", diz Mackey, "nunca fazem uso da época comum ou era vulgar, mas têm uma que lhes é peculiar..."[60] Paradoxalmente, em alguns casos, os mesmos dicionários que omitem Jesus Cristo contêm artigos substanciais sobre dezenas de outros religiosos antigos e modernos - Jonas, Ezequiel, Orfeu, Pitágoras, Zoroastro, Emmanuel Swedenborg, Annie Besant, Helena Blavatsky etc. Isso sugere, no mínimo, a irrelevância de Jesus Cristo na filosofia maçônica.
Em alguns 'aspectos, a maçonaria evidencia implicações ainda mais preocupantes: por um lado, a divindade de Cristo é negada e, por outro, a divinização do homem é afirmada. Rizzardo da Camino define Cristo da seguinte maneira: "É a denominação de um 'estado de alma' que se encontra na parte espiritual do ser humano. Jesus atingiu esse 'grau' na Cruz e por isso foi denominado de Jesus o Cristo. É erro dizer-se 'Jesus'... Cada cristão pode ter em si o Cristo..."[61] Se as evidências acima forem conclusivas de que Deus normalmente é conceituado em categorias deístas, ocultas e panteístas, então é impossível que Jesus Cristo seja o Filho unigênito de Deus. Ele se torna apenas "um grande mestre de moralidade" ou protótipo de divinização - algo corroborado por vários dos principais autores maçons.[62] Entretanto, apesar das múltiplas negações da divindade de Jesus Cristo, os cristãos maçons ressalvam que tais não passam de diferenças de convicções religiosas, todas permitidas sob o teto maçônico; assim, uma posição é igual à outra.
Uma história recente toca nesse ponto. O Venerável Mestre James Shaw (33°) era um orador experiente da cerimônia do Cavaleiro Rosa-Cruz (18° grau do Rito Escocês), que é praticada toda quinta-feira da Semana Santa. Conforme havia feito muitas vezes, mas agora como um cristão recém-convertido - estando todos vestidos em mantos pretos e encapuzados – ele começou a conduzir o ritual: "Encontramo-nos neste dia para comemorar a morte de nosso 'Sapientíssimo e Perfeito Mestre', não como inspirado ou divino, pois isto não compete a nós decidir, mas como pelo menos o maior dos apóstolos da humanidade". A mesa em forma de cruz, sobre a qual há rosas vermelhas, é o lugar onde o mestre dirige a ceia maçônica, com vinho e pão: "Comei e dai de comer a quem tem fome... Bebei e dai de beber a quem tem sede". Depois de apagar todas as velas do candelabro, com exceção de uma, o mestre anuncia a morte do "Sapientíssimo e Perfeito Mestre" - "Ele está morto! Lamentai, pranteai e chorai, pois ele se foi" e apaga a última vela, tudo terminando em escuridão.[63] Embora Shaw tivesse conduzido esse mesmo ritual diversas vezes, nesta ocasião ele estava tremendo e com náusea, reconhecendo o significado cristológico do que fazia: "Tínhamos dramatizado e comemorado a extinção da vida de Jesus, sem mencionar sequer uma vez seu nome... Eu havia acabado de chamar Jesus de 'um apóstolo da humanidade' que não era inspirado nem divino". Logo depois, Shaw renunciou à loja.[64] Sua conclusão foi que o sentido anticristão não representava apenas uma facção maçônica ocultista declarada, mas certos rituais e ensinos básicos da maçonaria são deliberadamente antagonistas à fé cristã.

6. Como Alguém É Salvo na Maçonaria?
Quando o iniciado (chamado profano) participa do primeiro grau de Aprendiz-Maçom, confessa-se que ele (vendado, nesse momento) vivia nas trevas e estava cego, mas, agora, deseja entrar à verdadeira luz da maçonaria.[65] Não há nenhuma exceção para o cristão. Enquanto a irmandade não articula publicamente um caminho de salvação, existem pressuposições inegáveis - vistas desde o primeiro rito até o sepultamento de cada maçom. A perspectiva soteriológica da maçonaria é percebida através de quatro conceitos, os quais orientam toda sua prática: (a) a natureza do homem; (b) a aceitação de Deus; (c) a vida vindoura; e (d) o proselitismo evangélico.
a. A natureza do homem. O cristianismo clássico confessa a verdade irônica de que o ser humano, sendo criado na imagem de Deus, é ontologicamente superior e separado das outras criaturas terrestres. Ao mesmo tempo, porém, ele é espiritualmente rebelde e corrupto, afastado de Deus e morto em suas transgressões - ou seja, ele é moralmente o pior ser terrestre. Apesar de suas muitas instruções moralistas, a maçonaria é marcada por uma ausência total dos conceitos de pecado e arrependimento(nem possui tais palavras em seus dicionários). Em vez de estar separado do G.A.D.U., o homem é visto como apenas imperfeito e não-iluminado, algo simbolizado na Pedra Bruta (cubo polígono) do Aprendiz, que nos graus seguintes é burilada e polida: "Símbolo da Idade Primitiva e, portanto, do homem em estado natural e sem instrução, a Pedra Bruta é a imagem da alma do profano antes de ser instruído nos mistérios maçônicos".[66] O profano, ou não-maçom, não está derradeiramente perdido, mas encontra-se apenas mais longe de Deus do que a elite fraternal da maçonaria, que possui a responsabilidade de construir "o Templo da Humanidade". A loja é o meio através do qual os homens podem melhorar a si mesmos e procuram "levantar templos à Virtude e cavar masmorras ao vício".[67] Assim, a maçonaria pressupõe essencialmente a natureza boa de cada ser humano, mas esta natureza precisa de um despertamento e de uma iluminação por meio da filosofia da fraternidade.[68] Obviamente, não há necessidade e nem motivo para a propiciação de pecados mediante a morte de Jesus Cristo na cruz.
b. A aceitação de Deus. "A maçonaria", afirma J. S. M. Ward, "ensina que cada homem, por si mesmo, pode desenvolver seu próprio conceito de Deus e, assim, alcançar a salvação".[69] Sem dúvida, a maçonaria promulga a idéia de que, através de seus próprios esforços, o homem é aperfeiçoado e torna-se digno perante o G.A.D.U. A regeneração, ou conversão, é essencialmente um processo da alma humana.
A doutrina da regeneração foi ensinada, nos Antigos Mistérios, por símbolos: não é, porém, o dogma teológico da regeneração peculiar à Igreja Cristã, mas o dogma filosófico de uma mudança da morte para a vida, isto é, um novo nascimento para a existência imortal... É esta a doutrina ensinada nos Mistérios maçônicos, e muito especialmente no simbolismo do Terceiro Grau [ressurreição de Hirãm-Abif]. Não precisamos dizer que o Maçom se acha regenerado pelo fato de ter sido iniciado, mas tão-somente que foi doutrinado na filosofia da regeneração, ou na do renascimento de todas as coisas - da luz surgindo das trevas, da vida nascendo da morte, da vida eterna em substituição da vida transitória.[70]
Rizzardo da Camino acrescenta: "A finalidade precípua da Maçonaria é o ato regenerativo. A reconstrução do ser humano, da Natureza, do Cosmos, são os ideais maçônicos".[71] Se alguns expositores da maçonaria falam de uma salvação realizada por uma progressão que envolve o auto-aperfeiçoamento e boas obras, outros, como Albert Pike, avançam mais um passo, já visto anteriormente: "Em cada ser humano, o Divino e o Humano estão entrelaçados", e "a maçonaria é a subjugação do Humano pelo Divinoque está no homem".[72] Como Pike, Gervásio de Figueiredo pressupõe a divindade inata de cada homem: "Deus é a alma de tudo... Deus e o mundo são apenas um".[73] Diante das múltiplas afirmações maçônicas sobre a natureza da salvação, muitos autores concluem que a soteriologia maçônica é antiética à fé evangélica, conforme articulado pelo escritor maçônico E. A. Coil:
O fato de a diferença fundamental entre os princípios incorporados nos credos históricos da cristandade e aqueles de nossas ordens secretas modernas não ter sido claramente refletida é indicado pela evidência de que muitos comprometem-se com ambos. Há maçons que, nas igrejas, aderem à doutrina de que "somos considerados justos perante Deus apenas pelo mérito de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, pela fé, e não por nossas próprias obras e merecimentos", e entusiasticamente juntam-se ao coro dos hinos nos quais essa idéia é expressa. Então, em suas reuniões maçônicas, exatamente com o mesmo entusiasmo, eles assentem à seguinte declaração: "Embora nossos pensamentos, palavras e ações possam ser ocultos dos olhos dos homens, ainda assim aquele Olho-Que-Tudo-Vê, a quem o sol, a lua e as estrelas obedecem... penetra nos recantos mais íntimos do coração humano, e nos recompensará de acordo com nossos méritos". Uma criança pequena, assim que se chame sua atenção para o assunto, deve ser capaz de perceber que é impossível harmonizar a frase do credo aqui citada com a declaração extraída da admoestação de uma de nossas maiores e mais eficazes ordens secretas, e encontrada, na totalidade, nas liturgias de todas, ou quase todas, as outras... Uma dessas afirmações exclui a outra. Os homens não podem coerentemente anuir a ambas.[74]
Na maçonaria, a salvação do homem é alcançada sem Jesus Cristo. O ser humano alcançará a perfeição e a aprovação divina através de seus próprios esforços moralistas, senão por sua própria divinização.
c. A vida vindoura. O Landmark n° 20 declara que, de cada maçom, "é exigida a cren&

Um exemplo ante o sofrimento







Este post é diferente dos que costumo escrever. Fiz no improviso e não traz em si uma reflexão teológica ou bíblica. Mas essa história me tocou tão profundamente, me fez sentir tão pequeno diante da gigante que você conhecerá abaixo que não consegui me furtar a compartilhar esse relato com você. A gigante a que me refiro é a pequena Ana Luiza, de 7 anos, atacada por um câncer agressivo. Nada menos que um tumor de 5 centímetros na base do crânio, com diversos outros tumores espalhados pelos dois pulmões, lesões cancerígenas em duas vértebras da coluna dorsal, mais um tumor no osso da perna e a infiltração do câncer na medula óssea.
Confesso que me senti um reclamão ingrato depois de ler o relato da luta de Ana. Tomei conhecimento dessa história pelo mano Carlos Alberto, editor do Jornal Sal da Terra, depois de ter sido divulgada pelo blog vidAnormal , que, pelo que entendi, foi criado pela mãe de Ana, Carolina Varella. Recomendo com ênfase que você leia o relato inteiro, clicando neste link. Não tenho muito o que falar, as imagens e o texto falam por si. Reproduzo abaixo apenas alguns trechos do que Carolina escreveu e, em seguida, posto as fotos do blog dela. E, diante delas, me silencio com vergonha. Com a palavra, Carolina Varella:
“É tão fácil reclamar da rotina. Eu que o diga. Depois de 1 mês de internação, não aguentava mais o cheiro do pão de queijo da lanchonete do hospital, minhas costas gritavam de dor por causa do sofá (que usava como cama) e a rotina desgastante do tratamento me impedia de dormir por mais de 3 horas ininterruptas. Durante a madrugada, toda hora entrava uma enfermeira no quarto, tinha um remédio pra dar, levá-la ao banheiro arrastando um suporte de soro, quantificar a urina…
Enquanto eu me lamentava, lá estava Ana Luiza… rindo! Enfrentou uma barra pesadíssima, passou por circunstâncias que você só imagina em filmes de terror e estava lá… rindo pela centésima vez do Robin Rotten, o vilão de Lazy Town. Se pra mim a rotina era ruim, pra ela deveria ser péssima, mas nada deveria nos impedir de sorrir. Que dizer, de dar gargalhada. Era exatamente isso que ela fazia.
A gente se sente muito pequeno perto de pessoas assim: que simplesmente sabem viver a vida. E nossos pequenos, sempre tem algo pra nos ensinar. Nós que somos péssimos alunos. E é ainda mais vergonhoso, quando a gente aprende as coisas, tendo que passar por circunstâncias difíceis.
(…) Durante o período de internação, em que a gente acaba ouvindo todo tipo de história e conhecendo todo tipo de gente, diversas vezes, ao afirmar que eu acreditava que Deus estava sendo muito bondoso conosco, era inevitável que algumas pessoas falassem: “Bondoso? Ele permitiu um câncer na sua filha e é bondoso!?!?”
Sinceramente, esse raciocínio é bem óbvio e é inevitável concordar! Afinal que tipo de deus, permite uma doença terrível dessas, em uma criança linda, amada e generosa como minha filha? É lógico que vendo dessa forma, Deus é um monstro.
Mas essa visão é simplista demais. É a mesma visão das pessoas que olham a vida em preto e branco. É a visão de pessoas que só enxergam as coisas que estão diante do nariz. O engraçado é que eu (ou até mesmo você que está lendo agora) poderia ser uma dessas pessoas há menos de um ano atrás.”
Agora veja as fotos desse exemplo de ser humano:
Jun 2010 – Vida normal
Jul 2010 – Niver de 7 anos (2 meses antes do diagnóstico)
20 Set 2010 – Dia do diagnóstico através da ressonância
Out 2010 – 1º Ciclo de Quimio
Out 2010 – 2º Ciclo de Quimio
Out 2010 – Saindo animada de uma consulta
Nov 2010 – 3º ciclo de Quimio
Nov 2010 – Aguardando alta hospitalar
16 Dez 2010 – Recuperando dos efeitos da quimio
29 Dez 2010 – Em BH
01 Jan 2011 – Ano Novo, Chapéu Novo
18 Jan 2011 – Aguardando na indução anestésica
18 Jan 2011 – Após a cirurgia, ficou apenas 12h na UTI
20 Jan 2011 – Tomando um sorvete de napolitano
jan 2011 – Em casa, após 5 dias da cirurgia.
Fev 2011 – Após implante de cateter central para coleta de células tronco
Fev – 2011 Cateter para coleta de células tronco
Fev 2011 – Alta após colocação do cateter
Fev 2011 – Coleta de Células Tronco
Fev 2011 – Aguardando para fazer a cintilografia óssea pré-transplante
Fev 2011 – Distraindo a cabeça enquanto faz quimio de altas doses
Fev 2011 – Fazendo graça com o coletor de vômitos na TMO
Março 2011 – Ida para UTI
Março 2011 – Força, Leucócito!
Março 2011 – Voltando a sorrir graças a Polvina =D
Março 2011 – Comendo um macarrão com molho de tomate na UTI
Mar 2011 – Feliz da vida, fora da UTI
Mar 2011 – Recebendo muitas visitas e ganhando muitos presentes.
Mar 2011 – Visita da Giulia e família
Mar 2011 – Planejamento da Radioterapia
Abr 2011 – Dia da alta após 47 dias de internação: Fabi e Ana Luiza, juntas na luta contra o câncer.
Abr 2011 – Primeiro dia no hotel
Abr 2011 – Muitas visitas e presentes no hotel
Abr 2011 – Escrevendo bilhetes enquanto recebia a medicação em casa
18 Abr 2011 – Primeiro dia de Radioterapia no crânio
Abr 2011 – Ana Luiza, Laura e Júlia
Abr 2011 – Jogo do Corínthians
Abr 2011 – Passeios e mais passeios! =)
Não preciso escrever mais nada. Só posso dizer obrigado a Ana, por seu exemplo. E, depois, morrer de vergonha. Ah, sim, não poderia deixar de registrar: Ana não sobreviveu, mas deixou um exemplo de força e persistência que é uma inspiração para cada um de nós e semeou amor e compaixão durante toda a sua longa luta.
Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Mauricio
***
Então, o que dizer diante disso? Podes olhar pra mim?
Fonte: Apenas1. Divulgação: Púlpito Cristão.

Pastor cheira a biblia e causa polêmica

Pastor Lucinho aparece 'cheirando' Bíblia em convite a culto (Foto: Missão Evangélica Praia da Costa/Divulgação)

Mais uma bizarrice desse mundo gospel! Dessa vez, patrocinado pelo Pr. Lucinho Barreto que leva o famigerado slogan: "Louco por Jesus"... Mas parece que a loucura está cada dia pior... Para mim esse Lucinho (que me recuso a chamar de pastor) já passou da hora de ir para o hospício.

Sabem de que igreja ele é??? Igreja Batista da Lagoinha.

Por acaso o Pr. Márcio Valadão não tem ciencia de bizarrices e falta de respeito como essa?

O pastor presidente da Missão Evangélica Praia da Costa, Simonton Araújo comenta:  "A ideia da imagem é mostrar que a Bíblia dá mais prazer do que qualquer droga. Nosso objetivo não é alcançar os já cristãos. É alcançar os que estão longe. Tirar as pessoas do lugar onde a maioria está, nas drogas, no vício, para dentro dos princípios de Deus, onde há prazer e alegria de verdade"

Caro pastor, métodos carnais atrai apenas pessoas carnais! Que não querem compromisso com Deus. Imagem como essa tem apenas um resultado: Ridicularizar a sociedade Cristã.

Não que eu esperava algo desse dito "pastor", afinal em um dos seus surtos de loucura quebrou uma guitarra no altar.


Para mim ou ele é Louco mesmo ou anda cheirando outra coisa que posso garantir que não é a bíblia!

Fonte: Web Evangelista 


O fim vem sobre a terra! As profecias estão se cumprindo.





Veja o que dizem as escrituras em Isaias  56. 8-12:
8Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.
9¶ Vós, todos os animais do campo, todos os animais dos bosques, vinde comer.
10Todos os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados, e gostam do sono.
11E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte.
12Vinde, dizem, trarei vinho, e beberemos bebida forte; e o dia de amanhã será como este, e ainda muito mais abundante.
Esta escritura tem se cumprido nos dias atuais onde encontramos "apostolos" e "bispos" milionários às custas da exploração do dinheiro de gente ignorante e fanática, capaz até mesmo de perecer fome para ostentar o "ministério" desses cães gulosos, que não se fartam nunca de pedir dinheiro e ofertas em seus canais de tv e púlpitos luxuosos, uma vergonha para o Evangelho da Verdade, tão blasfemado pelas nações por causa desses malditos profetas de araque.
Só resta a nós, que guardamos as Verdades contidas na Palavra de Deus, denunciar esse evangelho falso e maldito e proclamar aos quatro ventos a Verdadeira Palavra de Deus, Jesus Cristo, em sua Essência Santa e Pura, para que no dia de Sua Vinda, possamos, juntamente com os Santos Profetas e Martires do passado, nos unir às Hostes Celestiais para a Salvação Eterna que virá de Nosso Deus!
Que o Deus Vivo nos conserve em sua santidade e integridade.
Shalom...