DEFESA DA FE.


domingo, 27 de janeiro de 2013

A confiabilidade dos Evangelhos



.
Por Davi Lago

Podemos citar três razões que demonstram a confiabilidade da narrativa dos evangelhos:

Razão nº1: Os evangelhos foram escritos num período próximo aos eventos narrados. Isso é muito importante porque indica que os evangelhos foram escritos por testemunhas oculares e pessoas próximas às diversas testemunhas oculares. O fato de as testemunhas oculares estarem vivas no tempo em que os evangelhos foram escritos é crucial porque elas poderiam desmentir qualquer informação mentirosa.

Há muitas evidências que demonstram que os evangelhos foram escritos cedo. Há evidências internas, como por exemplo: o livro de Atos termina bruscamente com Paulo esperando seu julgamento (At 28.31) o que indica que Lucas, o autor, terminou o livro naquele período. Sabe-se que Paulo foi martirizado entre 63 e 64 d.C. Sabe-se também que o livro de Atos foi escrito por Lucas depois de seu evangelho (At 1.1). Logo, o evangelho de Lucas foi escrito no máximo, apenas trinta anos após o ministério de Jesus.

Outro exemplo de evidência interna é a ausência de qualquer referência no Novo Testamento da destruição de Jerusalém em 70 d.C. Isso claramente aponta o fato de que todos os livros no Novo Testamento foram escritos em data anterior a 70 d.C. É notável o fato de que Jesus profetizou que Jerusalém seria destruída (Mc 13.1-4,14,30). E Jerusalém foi realmente destruída no ano 70 d.C. assim como Jesus profetizou. Sem dúvida os autores do Novo Testamento, que estavam preocupados em provar que Jesus é o Filho de Deus, teriam citado o cumprimento dessa profecia para apoiar sua argumentação.

Há também evidências relacionadas aos papiros com fragmentos do Novo Testamento que sobreviveram até nossos dias. O papiro conhecido como Chester Beatty é datado de 200-250 d.C.; o papiro Bodmer II de 200 d.C.; o papiro Early Chrisitian de 150 d.C.; e o papiro John Rylands MSS de 130 d.C. Esses papiros comprovam que os evangelhos foram escritos em data próxima aos eventos narrados.

Há evidências relacionadas aos escritos patrísticos. Por exemplo, a epístola de Policarpo aos filipenses foi escrita em 120 d.C., as cartas de Inácio em 115 d.C. e a epístola de Clemente aos coríntios em 95 d.C. Todos esses escritos contém inúmeras citações dos evangelhos e demais textos do Novo Testamento.

Portanto, se concluí que os evangelhos passam do teste mais ácido de todos os escritos da Antiguidade. Os evangelhos foram escritos na mesma geração que viu os eventos narrados. O fato dessa geração ter preservado os evangelhos para as gerações posteriores indica o fato de que não houve nenhuma distorção ou fraude na narrativa dos eventos.

Razão nº2: Os eventos narrados nos evangelhos são solidamente apoiados pelas descobertas históricas e arqueológicas. A arqueologia comprova a historicidade de eventos, pessoas e lugares descritos nos evangelhos. Por exemplo: Em Lucas 2.1-3 está escrito que foi realizado um censo no período em que Quirino era governador da Síria. Sabe-se hoje que os romanos realizavam um censo a cada 14 anos e que esses censos tiveram início com César Augusto. Inscrições encontradas em Antioquia confirmam que Quirino iniciou seu governo em 7 a.C. Em Lucas 3.1 é citado um governador chamado Lisânias. Foi encontrada uma inscrição próximo à cidade de Damasco que comprova a existência dele. Em João 19.13 é mencionado um pavimento de pedra, chamado Gábata, localizado no palácio de Pilatos. O arqueólogo William Albright comprovou que esse pavimento existiu, foi destruído em 70 d.C. e reconstruído pelo governador Adriano. Esses são apenas alguns exemplos das descobertas arqueológicas que comprovam a historicidade dos eventos narrados nos evangelhos.

Razão nº3: Os evangelhos não foram alterados com o passar dos séculos. Esse fato é comprovado por evidências maciças. Primeiro, há cerca de 4.000 manuscritos completos do Novo Testamento em grego espalhados pelos museus do mundo, e cerca de 13.000 manuscritos com fragmentos do Novo Testamento. É uma diferença monumental se comparado com outras obras da Antiguidade: há apenas dez manuscritos de Guerras Gálicas de Júlio César, dois manuscritos de Anais de Tácito, e sete manuscritos gregos das obras de Platão.

Segundo, os manuscritos do Novo Testamento foram encontrados em diversas localidades como Egito, Síria, Turquia, Itália, Grécia e Palestina.

Terceiro, os manuscritos do Novo Testamento que sobreviveram aos nossos dias foram escritos transcritos próximos aos manuscritos originais escritos pelos próprios autores. Há papiros com fragmentos do Novo Testamento que datam de 50 a 100 anos após a escrita dos originais. Há manuscritos completos que datam de 400 anos após a escrita dos originais (por exemplo: Codex Sinaiticus, Codex Alexandrino, Codex Vaticanus). Há uma diferenaça descomunal aos outros escritos da Antiguidade. Por exemplo: o manuscrito mais antigo que temos da História de Tucídes, é de 1300 anos após o original; História de Heródoto de 1350 anos; Guerras Gálicas de Júlio César de 950 anos; História de Tácito de 750 anos; Anais de Tácito de 950 anos. Entre os milhares de manuscritos do Novo Testamento que possuímos hoje, há diferenças mínimas, que são apontadas em notas de rodapé nas traduções modernas. Essas diferenças mínimas em nada alteram a doutrina cristã e podem ser superadas através da análise do que diz a maioria dos manuscritos.

A conclusão a que os estudiosos chegam é que nenhum outro documento da Antiguidade é tão confiável como os evangelhos e os demais livros do Novo Testamento.

Fonte: NAPEC

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Igrejas evangélicas gays se proliferam no Brasil. Confira vídeo inédito de culto LGBT com 1ª Reverenda Transex do Brasil



Há 45 anos, primeira igreja evangélica gay era fundada. Papa contra-ataca



As igrejas cristãs tradicionais não toleram manifestações explícitas de homossexualidade. Ao contrário, as igrejas continuam suas políticas de repreender, oprimir e expulsar gays.

Como consequência, cristãos homossexuais têm reagido à discriminação criando suas próprias igrejas no Brasil. Hoje, existem 40 desse tipo no país.

A transsexual Alexya Lucas é uma das participantes desse movimento. "Eu percebi que eu podia ter uma igreja onde podia ser eu mesma. [...] Me alegro por que posso dizer 'venham, aqui tem uma casa para vocês'", diz.

Alexya, que hoje estuda teologia e espera ser a primeira reverenda transexual do Brasil, espera que um dia essa situação mude. "As igrejas cristãs vão ter de se abrir para a homossexualidade, para a transexualidade. Eu sei que eu não vou ver isso, mas estou fazendo parte deste processo".

O ano de 2013 marca os 45 anos de fundação da primeira congregação cristã inclusiva LGBT, a Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM). Em 1968, Troy Perry pegou emprestada a roupa de um religioso e, na sala de sua casa, em Los Angeles, fez a primeira cerimônia.

Hoje, a ICM está presente em vários países, inclusive no Brasil. E há reforços.  ”Hoje não só atraímos homossexuais como também quem diz: ‘Sou solidário a vocês na busca por mais compreensão religiosa”, disse o reverendo Nancy Wilson, atual líder da ICM,



Para conferir mais vídeos sobre o tema, clique AQUI.

Baladinhas Temáticas
Uma das formas encontradas pelas igrejas inclusivas para atrair novos fiéis e integrá-los aos membros antigos é promover festas temáticas.
Na igreja 'Comunidade Cidade de Refúgio', fundada por Lanna Holder - ex-missionária da igreja evangélica Assembleia de Deus que acabou expulsa por ser lésbica - são comuns as baladas gospel, realizadas uma vez por mês.
Na festa, chamada de "EletroGospel", bebidas alcoólicas não são permitidas. "O objetivo é que todos se divirtam com moderação. Somos cristãos e, portanto, contra qualquer promiscuidade", afirmou Lanna.
Já na 'Igreja Cristã Contemporânea', os fiéis são convidados a participar de retiros espirituais, que ocorrem durante o Carnaval.
Segundo Gladstone, a igreja recebe centenas de e-mails por dia de gays que têm medo de "sair do armário".
"Nosso trabalho é de aconselhamento. É muito importante que um jovem homossexual não se sinta sozinho mesmo quando a família não aceita sua orientação sexual."
Contra-ataque
Papa sinaliza aliança entre religiões contra casamento gay
O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".

O papa fez a sua mais recente denúncia do casamento gay em um discurso de Natal para os funcionários do Vaticano, em que ele misturou religião, filosofia, antropologia e sociologia para ilustrar a posição da Igreja Católica Romana.

Ele colocou todo o peso em um estudo realizado pelo rabino-chefe da França sobre os efeitos que a legalização do casamento gay teria sobre as crianças e a sociedade.

"Não há como negar a crise que ameaça em seus fundamentos --especialmente no mundo ocidental", disse o papa, acrescentando que a família tinha de ser protegida porque é "o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana".

O papa de 85 anos de idade, falando no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, afirmou que a família estava sendo ameaçada por "uma compreensão falsa da liberdade" e um repúdio ao compromisso de toda a vida do casamento heterossexual.

"Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho -- elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos", disse o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo.

O Vaticano partiu para a ofensiva em resposta às vitórias do casamento gay nos Estados Unidos e Europa, utilizando todas as oportunidades possíveis para denunciá-lo através de discursos papais ou editoriais em seu jornal ou na sua rádio.

Em alguns países, a Igreja Católica uniu forças localmente com judeus, muçulmanos e membros de outras religiões para se opor à legalização do casamento gay, em alguns casos com argumentos baseados em análises jurídicas, sociais e antropológicas, em vez de ensinamentos religiosos.

Significativamente, o papa elogiou especificamente como "profundamente comovente" um estudo feito pelo rabino-chefe da França, Gilles Bernheim, que se tornou tema de acalorado debate no país.

Bernheim, também um filósofo, argumenta que grupos de direitos homossexuais "irão utilizar o casamento gay como um cavalo de Tróia" em uma campanha mais ampla para "negar a identidade sexual e apagar as diferenças sexuais" e "minar os fundamentos heterossexuais da nossa sociedade".

Seu estudo, "Casamento Gay, Paternidade e Adoção: O que muitas vezes esquecemos de dizer", argumenta que os planos de legalizar o casamento gay estão sendo feitos para "o lucro exclusivo de uma pequena minoria" e são muitas vezes apoiados por causa do politicamente correto.

Em seu próprio discurso nesta sexta-feira, o papa repetiu alguns dos conceitos do estudo de Bernheim, incluindo a afirmação de que crianças criadas por casais gays seriam mais "objetos" do que indivíduos.

No mês passado, os eleitores nos Estados norte-americanos de Maryland, Maine e Washington aprovaram o casamento homossexual, na primeira vez em que os direitos do casamento foram estendidos a casais do mesmo sexo pelo voto popular.

Uniões do mesmo sexo foram legalizadas em seis Estados e no Distrito de Columbia pelos legisladores e pelos tribunais.

Também em novembro, a mais alta Corte da Espanha confirmou uma lei do casamento gay, e na França o governo socialista anunciou um projeto de lei que permitiria o casamento gay.




Com informações Yahoo/Exame/Reuters/Ultimo Segundo/Genizah

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sobre a prostituição como profissão legalizada




Por Augustus Nicodemus Lopes

O deputado Jean Wyllys protocolou um projeto na Câmara de Deputados que visa regulamentar e legalizar a prostituição. De acordo com a notícia abaixo, ele espera que seja aprovada até ao que a Copa de 2014. Ele alega que o projeto é um esforço para atender as reivindicações de um movimento de prostitutas que ocorreu nos anos 70 e 80 e que ele defende as liberdades individuais e os direitos humanos das minorias. Um de seus argumentos em favor da aprovação é que, segundo afirmou, 60% dos deputados contratam prostitutas. Veja aqui e aqui.

Qualquer perspectiva dos cristãos sobre este assunto deveria passar pelo que as Escrituras nos informam sobre a prostituição:

1 – Os primeiros relatos bíblicos a mencionar a prostituição a relacionam com as religiões pagãs de Canaã. Estes cultos pagãos mantinham sacerdotisas que se deitavam com os adoradores de Baal e outros deuses para “encenar” a relação destes deuses com a terra. Elas eram chamadas de "prostitutas cultuais", veja Gn 28:1-22. No caso de homens (homossexuais), eram chamados de "prostitutos-cultuais" e a prática considerada uma abominação (1Reis 14:24). Mas também a prostituição é mencionada fora do contexto religioso como meio de vida. As meretrizes recebiam a paga de seus “serviços” sexuais, cf. Ez 16:30-33 e Provérbios 6:26.

2 – A prostituição cedo foi usada pelos autores bíblicos como símbolo da prostituição espiritual, que era a adoração de outros deuses por parte dos judeus, veja Ex 34:15-16; Lv 17:7; Lv 20:5-6; etc. Veja especialmente os profetas, como por exemplo Ezequiel 16.

3 – A prostituição era terminantemente proibida ao povo de Deus no Antigo Testamento. Um pai não podia obrigar sua filha a se prostituir para ajudar na renda da família (Lv 19:29). Um sacerdote não poderia se casar com uma mulher que fosse prostituta (Lv 21:7,14) e uma filha de sacerdote que se prostituísse desonraria o sacerdócio do pai (Lv 21:9). Nenhuma mulher das que servia no templo poderia se prostituir (Dt 23:17) e o dinheiro obtido pela prostituição não poderia ser trazido como oferta a Deus (Dt 23:18).

4 – A prostituição de judeus com mulheres pagãs sempre foi um problema em Israel e Deus sempre castigou os envolvidos, conforme Nm 25:1-4. Veja ainda Juízes 6:1. Mas havia também prostitutas em Israel, veja 1Reis 22:38 e o famoso caso das duas prostitutas que disputam o filho diante do rei Salomão (1Re 3:16). O livro de Provérbios descreve a prostituta e seu comportamento bem como o castigo que ela traz para si e para todos os que se envolvem com ela (Provérbios 7). Este mesmo livro traz advertências sérias contra a prostituição (Pv 23:27; 29:3). A prostituta é considerada uma mulher que não tem vergonha (Jr 3:1), depravada (Ez 23:43-44), adúltera (Os 2:2).

5 – O Senhor Jesus incluiu a prostituição entre os pecados que brotam do coração corrompido do homem (Mt 15:19). O apóstolo Paulo inclui a prostituição como uma das obras da carne (Gl 5:19) e parte da nossa natureza terrena pecaminosa (Col 3:5). Ele condena de maneira veemente, com argumentos teológicos, a prática da prostituição por parte de quem é crente em Jesus Cristo (1Cor 6:13-20) e determina aos crentes que se abstenham da prostituição (1Tess 4:3). O livro de Apocalipse usa a figura da prostituta e da meretriz como símbolo das falsas religiões e dos reinos de mundo que perseguem os servos de Deus (Ap 17:1-5; 19:2).

6 – Apesar de a prostituição ser terminantemente proibida na palavra de Deus, as prostitutas não estão fora do perdão e da salvação, mediante o arrependimento e a fé, como a famosa prostituta Raabe (Js 2:1). Jesus disse que meretrizes arrependidas entram no Reino de Deus em contraste com os religiosos endurecidos de seus dias (Mt 21:31-32).

Diante do exposto, os cristãos jamais poderiam ser a favor de um projeto de lei que regulamenta a prostituição como uma profissão reconhecida e legítima. Para nós, mesmo que fatores sociais e econômicos sejam trazidos como argumentos para justificar a prostituição, sempre será um pecado diante de Deus, uma manifestação da natureza corrompida do ser humano. Cristãos verdadeiros acreditam em arrependimento e mudança de vida pelo poder do Evangelho e que prostitutas e os que usam seus serviços – podem ser senadores ou deputados, não importa – precisam se arrepender. Além de pregar o Evangelho, as igrejas deveriam oferecer serviços de apoio para que aqueles que querem realmente mudar de vida tenham condição de ganhar seu sustento de maneira digna.

Fonte: Rev. Augustus Nicodemus Lopes, via Facebook

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Calendário dos Travestis causa repugnância pelo desrespeito a temas da Bíblia Sagrada


Um grupo de travestis lançou na última quarta-feira (16) um calendário com fotos onde eles representam diversos símbolos religiosos cristãos. 

O lançamento, feito em Fortaleza, Ceará, chamou a atenção da mídia pela ousadia das fotos. Mas não é a primeira vez que o ativismo gay bate de frente com Deus. Recentemente um grupo de ativistas gays lançou uma versão adulterada da famosa Bíblia King James, removendo dela as passagens em que Deus condena o homossexualismoPor isso, no intuito de alertar para a loucura que cometem desrespeitando o Livro Sagrado, o Pr. Wagner Cipriano postou em seu blog a posição de Deus em relação a pessoas que adulteram a Bíblia Sagrada, atraindo sobre si pragas e maldições

Agora, pelo segundo ano consecutivo, tornam a provocar a Deus, através do lançamento que chamam de  "translendário", ou calendário transexual. O tema escolhido quis chamar a atenção de quem criticou a primeira edição, a qual trazia réplicas de imagens sacras como a Última Ceia, de Leonardo da Vinci. 


No ano passado nós retratamos imagens clássicas, não apenas religiosas. "Se eles entenderam isso como ofensivo, esse vai ser mais ainda", diz o idealizador do projeto, Silvero Pereira. Uma das imagens que faz parte deste calendário mostra a crucificação inspirada no artista espanhol Salvador Dali. 

Apesar de toda a produção, Andrei Bessa, diretor de arte do calendário garante que o objetivo não era retratar Jesus. "O objetivo não é retratar Jesus Cristo. Nós nos inspiramos em religiões e criamos nossos santos e deuses", afirma.

Além de Jesus, Thor, deus da mitologia nórdica, também foi retratado no translendário, inspirando a personagem "deusa dos incubados" que faz uma crítica ao que eles chamam de sociedade machista que mantém os homossexuais incubados, isto é, sem poder assumir suas escolhas sexuais. Outra foto polêmica é a chamada de "Nossa Senhora Protetora das Esquinas", inspirada em uma santa católica a representação tem como objetivo alertar sobre os perigos que os travestis correm por se prostituírem nas esquinas de todo o Brasil. "O objetivo do calendário não é causar confusão, mas inserir os travestis na sociedade. Por que um travesti não pode ser associado a uma religião?", questiona Silvero.(GospelPrime)


COMENTÁRIO BÍBLICO:  Degradação moral como sinal profético do fim dos tempos
A degradação moral dessa parcela da sociedade também é um sinal profético de que estamos vivendo os últimos dias previstos na Bíblia Sagrada. Não é o fim do mundo, mas os últimos dias de Salvação pela Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em breve, ele voltará a buscar seus escolhidos e dar início à Tribulação. A Tribulação será a resposta divina a todos quantos "apodreceram espiritualmente" e, por isso, serão lançados nos sete anos da ira divina sentenciada no Livro de Apocalipse. Essa classe, escravizada por demônios de prostituição, tem ainda a chance de se redimir pelo arrependimento e aceitação de Jesus como seu Salvador, dando início a uma nova vida de justiça e santidade. Mas isso, para tais pessoas, é um "horror". Mas chegará o tempo em que a Igreja de Jesus e o  tempo do perdão se findarão. A partir do Arrebatamento dos escolhidos de Jesus só restará à humanidade rebelde ao Evangelho o "governo do anticristo". O governante mundial trará a ilusão de prosperidade e elevação espiritual, mas conduzirá o mundo, a partir dos três anos e meio, a um verdadeiro turbilhão de horrores que deixará todas as nações devastadas. Temos advertido severamente a sociedade degradada de nossos dias, sem haver que dê ouvidos. Lamentarão, profundamente, quando -tardiamente- entenderem o Evangelho, nos dias do anticristo. Ser rebelde a Deus representa apagar da vida toda a alegria, e atrair sobre si todas as pragas do Livro de Deus, a Bíblia Sagrada. Venha para os braços do Pai, que está reconciliando o mundo através de Jesus Cristo. - 

Pr. Wagner Cipriano

sábado, 19 de janeiro de 2013

Revista Forbes faz lista dos pastores evangélicos mais ricos do Brasil



Conhecida por listar os maiores bilionários do mundo, a revista Forbes publicou nesta semana uma reportagem com os pastores mais ricos do Brasil. O texto também destacou a influência pessoal dos religiosos e o crescimento da igreja evangélica no Brasil, que da década de 70 até os dias de hoje passou de 15.4% para 22.2% da população.

O primeiro da lista é o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, Pastor Edir Macedo, com uma fortuna calculada em 2 bilhões de reais. A revista também destacou o poder midiático do pastor, dono da TV Record e da Folha Universal do Reino de Déus, um jornal com circulação estimada em 2,5 milhões de exemplares. Não ficaram de fora os escândalos relacionados a Edir Macedo.

Em segundo lugar está o pastor Valdemiro Santiago, com R$ 450 milhões. Ex-pastor da Reino de Deus, da qual se desligou depois de entrar em atrito com Edir Macedo, Valdemiro tem 900 mil seguidores e mais de 4 mil igrejas pelo país.
Silas Malafaia, o terceiro da lista com uma riqueza estimada em R$ 306 milhões,Malafaia ostenta o ousado projeto de arrecadar um bilhão de reais através do "Clube de 1 Milhão de Almas" onde cada fiel deve depositar mil reais para se tornar membro. Atualmente, com mais de 62 mil pessoas, o Clube é uma estratégia para desenvolver uma rede de televisão internacional em 137 países.
Fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, o Pastor R. R. Soares é destacado como o mais multimídia dos evangélicos brasileiros. Pastor, cantor, apresentador e compositor, R. R. Soares chega a milhares de casas pela TV. O pastor aposta na compra de tempo de programação de pequenos canais para conquistar mais fieis. Sua riquesa é avaliada em R$250 milhões.

O apóstolo Hernandes e a Bispa Sônia fecham a lista, com uma riqueza de mais de R$130 milhões. Detidos em Miami com 56 mil dólares não declarados escondidos em uma bíblia e condenados pela morte de nove pessoas no desabamento do teto de um templo, Estevam Hernandes e Sônia Hernandes perderam poder e fieis nos últimos anos. Mais de 70% dos templos do casal já foram fechados e outras pendências judiciais ameaçam ainda mais a Igreja Renascer.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Rev. Augustus Nicodemus comenta reportagem da Veja sobre ministério pastoral e critica igrejas que dispensam formação teológica

A reportagem sobre cursos preparatórios para o ministério pastoral,publicada nesta semana pela revista Veja SP, causou grande repercussão no meio evangélico. Muito do que foi comentado se deve à ênfase dada para os casos em que pastores são formados através de cursos preparatórios e recebem altos salários.
Porém, o reverendo presbiteriano August us Nicodemus Lopes publicou em seu perfil no Facebook uma reflexão à necessidade do preparo para o exercício do ministério: “A formação de pastores é crucial para a saúde da igreja cristã. Maus pastores põem a perder igrejas inteiras e marcam negativamente a vida de centenas e milhares de pessoas”, contextualizou.

Citando o apóstolo Paulo – que possuía alta formação intelectual – como referência, Lopes diz que ser pastor exige a reunião de características e capacidades bastante específicas.

“Paulo exige que o que aspira ao episcopado (outro nome para presbiterato=pastorado) deve entre outras coisas ser ‘apto para ensinar’ (1Tim 3:2), ‘apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem’ (Tit 1:9). Ou seja, de acordo com a Bíblia os pastores têm que ser teologicamente capazes, apologeticamente argutos e hábeis no ensino. Quer dizer, eles têm que ser mestres da Palavra. Não é à toa que ao elencar os dons básicos para a edificação da Igreja que Paulo coloca ‘pastores e mestres’ como se fossem uma mesma coisa (Ef 4:10)”, lista o reverendo.

O contexto social atual, segundo Lopes, é importante fator a ser considerado na forma de observar as Escrituras e principalmente, na capacitação dos líderes: “Como alguém pode querer hoje cumprir os requerimentos de Paulo para a liderança sem treinamento, estudo, discipulado, confronto, comparações, leituras, coisas que demandam tempo, bastante tempo, para não falar de maturidade, humildade, santidade, oração e submissão a Deus?”, questiona Augustus Nicodemus Lopes.

Desprezar o estudo da teologia “é desconhecer a história bíblica e da Igreja achar que o treinamento teológico intenso é bobagem”, segundo Lopes, que entende que “é por isto que está esta confusão toda aí, denunciada pelas revistas seculares inclusive”, enfatiza o reverendo presbiteriano.

“Não estou dizendo que somente seminários com cursos completos de teologia é que preparam bons pastores. É evidente que não. O que estou dizendo, todavia, é que não se pode hoje dispensar o treinamento teológico intenso na boa teologia e na sã doutrina”, pontua.

Confira abaixo, a íntegra da publicação “A propósito da reportagem da Veja-São Paulo sobre a formação de pastores evangélicos”, de Augustus Nicodemus Lopes:
A formação de pastores é crucial para a saúde da igreja cristã. Maus pastores põem a perder igrejas inteiras e marcam negativamente a vida de centenas e milhares de pessoas, a depender do alcance de seus ministérios.

Desde os seus primórdios, o Cristianismo se preocupou com a preparação e capacitação de seus líderes. O próprio Senhor Jesus, como judeu que era, aos doze anos passou pela iniciação judaica e aprendeu com seus pais e os mestres rabinos a lei de Deus, e nisto os excedeu, conforme lemos no episódio em que ele ficou no templo discutindo com os mestres da lei.

Os apóstolos que ele chamou foram submetidos a três anos de rigoroso treinamento. Ouviram a exposição da mensagem do Antigo Testamento feita pelo Senhor, fizeram perguntas e tiveram respostas, discutiram entre si as coisas de Deus, fizeram vários estágios ao serem mandados pregar e exercitar o poder do Reino nas cidades e conviveram com o mestre, aprendendo de suas atitudes. E mesmo assim, depois de três anos de seminário com Jesus, ainda não estavam totalmente prontos, como os Evangelhos nos dizem!

Mais adiante, surge Paulo, cujo treinamento anterior à conversão consistiu do aprendizado durante anos aos pés de um dos melhores rabinos da época, Gamaliel, afora seu treinamento em sua cidade natal, Tarso, que era rival de Atenas em intelectualidade e cultura.

Ao colocar os requerimentos para o pastorado, Paulo exige que o que aspira ao episcopado (outro nome para presbiterato=pastorado) deve entre outras coisas ser “apto para ensinar” (1Tim 3:2), “apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (Tit 1:9). Ou seja, de acordo com a Bíblia os pastores têm que ser teologicamente capazes, apologeticamente argutos e hábeis no ensino. Quer dizer, eles têm que ser mestres da Palavra. Não é à toa que ao elencar os dons básicos para a edificação da Igreja que Paulo coloca “pastores e mestres” como se fossem uma mesma coisa (Ef 4:10).

Agora me expliquem como é que se formam líderes assim nos dias de hoje? O instrumento de trabalho deles será a Bíblia, que foi escrita a mais de 2 mil anos em grego, hebraico e aramaico numa cultura diferente da nossa. Um livro que tem sofrido nas mãos dos intérpretes durante milênios. Um livro que é reivindicado como a base de toda sorte de heresias e ensinamentos estranhos que aparecem por ai. Como alguém pode querer hoje cumprir os requerimentos de Paulo para a liderança sem treinamento, estudo, discipulado, confronto, comparações, leituras, coisas que demandam tempo, bastante tempo, para não falar de maturidade, humildade, santidade, oração e submissão a Deus?

É ingenuidade pensar que basta ler a Bíblia e pronto – se for homem de oração, piedoso e espiritual, está pronto para liderar o povo de Deus. É desconhecer a história bíblica e da Igreja achar que o treinamento teológico intenso é bobagem. É por isto que está esta confusão toda aí, denunciada pelas revistas seculares inclusive.

Não estou dizendo que somente seminários com cursos completos de teologia é que preparam bons pastores. É evidente que não. O que estou dizendo, todavia, é que não se pode hoje dispensar o treinamento teológico intenso na boa teologia e na sã doutrina. As igrejas têm seus próprios mecanismo e meios para isto. Não me importo quais sejam, desde que cumpram o que Paulo disse.

Autor: Tiago Chagas, 

Fonte: Gospel+